domingo, 24 de novembro de 2013

Plantas que curam




O uso de ervas para o tratamento de doenças é quase universal nas sociedades não industrializadas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima-se que cerca de 80% da população nos continentes Asiáticos e Africano utilizam esta forma de medicina em um aspecto de cuidado da saúde primária. 
Diante da situação atual do mundo, a cada dia o homem vem sentindo a necessidade de um reencontro consigo mesmo. Por isso, voltar-se para a natureza, da qual um dia fez parte, torna-se agora fundamental. Não é à toa que a eficácia da alopatia já seja hoje colocada em dúvida e métodos como homeopatia, acupuntura, cromoterapia e tratamento afins, pouco a pouco, ganham destaque no Brasil e no Exterior.
As ervas medicinais sempre foram utilizadas e, no passado, era o principal meio terapêutico conhecido para tratar a população. Com o desenvolvimento da ciência e da tecnologia esse tipo de medicamento está sendo cada vez mais explorado. As pesquisas na área aumentam e, dessa forma, a recomendação de ervas medicinais por profissionais da saúde também cresceu.
A maior parte dos medicamentos industriais que utilizamos hoje tem sua origem baseada nas descobertas do uso de plantas medicinais a partir das quais os laboratórios formulam os remédios com suas principais substâncias ativas.
Os principais motivos que levam as pessoas a buscarem tratamentos naturais a base de ervas é o baixo risco para a saúde e para o organismo. Além disso, as plantas medicinais têm sua eficácia comprovadas, pouca variação na qualidade e uma fácil reprodutividade. Ou seja, ela é fácil de ser produzida e não se esgota nem sai das prateleiras, como alguns medicamentos.

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